O grito
Depois de estar tudo meio resolvido, o que era estranho porque Klausner não gosta de deixar nada a meio, pois era o género de
pessoa que detestava deixar assuntos pendentes, aquele tipo de pessoas que era
capaz de abrir uma guerra só para levar a cabo os seus ideais. Klausner voltou
para junto da pequena e redonda mesa que se encontrava junto de um enorme móvel
cheio de objetos que só mesmo a Klausner interessavam. Abstraído Klausner
procurava encontrar uma maneira para a sua vizinha, uma mulher descomplicada
geralmente e sobretudo requintada e vistosa, acreditar nele. As horas passavam
e foi quando Klausner decidiu ir calmamente ir falar com a sua vizinha.
- Sra. Saunders. – Gritou Klausner enquanto batia à porta.
- Sim, quem é? – Perguntou Saunders.
- O seu vizinho, Klausner.
Abriu a porta ainda assustada e deixou o vizinho
entrar. Klausner e Saunders conversaram calmamente e no desfecho tudo acabou
bem.
Inês Pinto, Nº8