sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Cartoon - comentário



     Este cartoon é uma crítica aos maus hábitos alimentares.
     Esta imagem representa um estudante obeso que está a ir para a escola, com uma pasta laranja e ainda com um frigorífico ás costas de onde caem alimentos prejudiciais para a saúde.
   Efetivamente, a intenção da crítica é condenar o aumento anual do número de estudantes obesos.
  Naturalmente, os pais terão uma grande responsabilidade na educação alimentar dos seus educandos.
  A meu ver, caso a população mundial continue a comer assim, poderá sofrer e desenvolver graves doenças como o colesterol, diabetes, problemas respiratórios entre outras.
Em suma, é urgente, por uma questão de saúde pública, começar a comer de forma saudável.

Pedro Rocha, nº 17

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Entrevista


A escola no tempo dos meus pais

O meu entrevistado é o meu pai Sérgio Fernando Rocha Gomes. Tem 42 anos.

Nasceu em casa, em Avintes, onde ainda hoje vivem os meus avós. Tem o 12º ano. Sempre sonhou ser arquiteto mas optou por dar seguimento ao negócio familiar.
Entrevista por Mafalda Gomes


·         Como era a sala de aula?

Era grande, tinha 6 janelas. Cada aluno tinha que dividir a sua secretária com o colega. Tinha um quadro (lousa) onde se usava giz.

·         Como era o ensino?

Era duro. Professores muito justos, rudes que nós temíamos e comportava-mo -nos adequadamente, pois não tínhamos a cobertura dos nossos pais como há agora.

·         Como era dia a dia na escola? 

 Nos tempos livres, íamos a pé para casa, tocávamos às campainhas e fugíamos. Combinávamos com os amigos, levávamos uma cassete, tirávamos a fita, amarrávamo-la no batente duma porta à outra e puxávamos. As pessoas vinham à porta ver quem era e nós escondíamo-nos.

·         Como se vestiam os alunos?

Com roupa normal.

·         Como eram as avaliações?

Não éramos informados pelo professor da nota que nos ia dar. Só sabíamos quando os nossos pais fossem levantar as avaliações.

·         Na escola/turma havia raparigas e rapazes?

Sim, naquela altura já existia turmas mistas.
Mafalda Gomes, nº13


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Notícia

Parkour invadiu a cidade do Porto




            No dia 4 de outubro, o Parkour invadiu a cidade do Porto.
Pela primeira vez, a cidade invicta foi palco de um evento cultural e artístico associado ao Parkour. Esta prática, pouco divulgada em Portugal, surpreendeu os transeuntes  “Não percebi o que era ao início, depois vi que eram pessoas a saltar e a “voar” nos prédios e nos telhados” – respondeu uma pessoa inquirida no local.

O responsável que iniciou a “arte do deslocamento” nesta cidade, David Belle, acredita que esta iniciativa cultural e desportiva  serviu para divulgar a modalidade, esclarecer a sua essência radical e informar as pessoas que não se trata de  nenhum tipo de vandalismo. Os “traceurs” (homens que praticam Parkour) e as “traceuses” (mulheres que praticam Parkour) devem ser altamente treinados para saberem fazer os movimentos básicos: aterragem, equilíbrio, passagem de obstáculos, “drop” e “kitty”, salto com distância e subida, e garantir, assim, a segurança na prática deste desporto.
Afirmou, ainda, que o Parkour é um desporto radical perigoso, que regista poucos acidentes. Contudo, quando acontecem, podem ser muito graves. Lembrou um caso que acontecera em Lisboa: “é preciso ser consciente e ter um bom treinador, que não foi o que aconteceu com Carlos Lopez, fanático por Parkour. O acidente que lhe provocou a morte, aconteceu no dia 2 de outubro de 2014, quando tentou saltar da varanda do hotel onde estava hospedado para uma varanda contígua, caindo de uma altura de 16 metros.”


           



    
Ema Gomes


8ºA       Nº7