segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Notícia

Parkour invadiu a cidade do Porto




            No dia 4 de outubro, o Parkour invadiu a cidade do Porto.
Pela primeira vez, a cidade invicta foi palco de um evento cultural e artístico associado ao Parkour. Esta prática, pouco divulgada em Portugal, surpreendeu os transeuntes  “Não percebi o que era ao início, depois vi que eram pessoas a saltar e a “voar” nos prédios e nos telhados” – respondeu uma pessoa inquirida no local.

O responsável que iniciou a “arte do deslocamento” nesta cidade, David Belle, acredita que esta iniciativa cultural e desportiva  serviu para divulgar a modalidade, esclarecer a sua essência radical e informar as pessoas que não se trata de  nenhum tipo de vandalismo. Os “traceurs” (homens que praticam Parkour) e as “traceuses” (mulheres que praticam Parkour) devem ser altamente treinados para saberem fazer os movimentos básicos: aterragem, equilíbrio, passagem de obstáculos, “drop” e “kitty”, salto com distância e subida, e garantir, assim, a segurança na prática deste desporto.
Afirmou, ainda, que o Parkour é um desporto radical perigoso, que regista poucos acidentes. Contudo, quando acontecem, podem ser muito graves. Lembrou um caso que acontecera em Lisboa: “é preciso ser consciente e ter um bom treinador, que não foi o que aconteceu com Carlos Lopez, fanático por Parkour. O acidente que lhe provocou a morte, aconteceu no dia 2 de outubro de 2014, quando tentou saltar da varanda do hotel onde estava hospedado para uma varanda contígua, caindo de uma altura de 16 metros.”


           



    
Ema Gomes


8ºA       Nº7                                                   

Sem comentários:

Enviar um comentário