Makuta

Há muito muito temp atrás, na
antiga Grécia, dois humanos tiveram um filho, ele chamava-se Makuta. O pai
dele, Dybbuk, considerado um Deus da Guerra, combatia demónios. A sua mãe,
Abalam, tratava dele e da sua irmâ, Suka.
Dybbuk, pai deste jovem, em busca de água, morreu num confronto contra os demónios. Antigamente, no Planeta Terra, a água era, como agora, essencial à vida, mas também extremamente rara. Esta encontrava-se apenas no submundo dos demónios, bem lá no fundo da Terra, dificultando a sua coleção, para na cidade terem água.
Quando Makuta atingiu a maioridade, este quis seguir as passadas do pai, queria ser um guerreiro e coletor. A sua mãe Abalam não o podia impedir, ele já era maior de idade, sendo livre de sair de casa.
Makuta treinou ardua e exaustivamente, todos os dias, a toda a hora, até que reuniu um grupo de seiscentos homens para irem à busca da sua preciosa água. Mas uma batalha sangrenta os esperava...
Um dos seus homens, na descida até ao submundo, avistou água e então todos correram em direção dela, mas, lá estavam eles, os demónios. O exército de Makuta estava em vantagem numerosa, mas os demónios eram como que invencíveis. Os homens estavam a ser chacinados, um a um, até que chegou a vez de Makuta. Era ali, o fim do jovem guerreiro, teve o mesmo fim que o seu pai. Com um único golpe, a cabeça de Makuta saltou e caiu no chão.
A mãe, Abalam e a irmã Suka, souberam do sucedido e choraram, choraram tanto que, os Deuses, apiedaram-se tanto daquela imagem que exterminaram os demónios e transformaram as lágrimas destas em grandes oceânos.
A água estava mais alcançável do que nunca.
Dybbuk, pai deste jovem, em busca de água, morreu num confronto contra os demónios. Antigamente, no Planeta Terra, a água era, como agora, essencial à vida, mas também extremamente rara. Esta encontrava-se apenas no submundo dos demónios, bem lá no fundo da Terra, dificultando a sua coleção, para na cidade terem água.
Quando Makuta atingiu a maioridade, este quis seguir as passadas do pai, queria ser um guerreiro e coletor. A sua mãe Abalam não o podia impedir, ele já era maior de idade, sendo livre de sair de casa.
Makuta treinou ardua e exaustivamente, todos os dias, a toda a hora, até que reuniu um grupo de seiscentos homens para irem à busca da sua preciosa água. Mas uma batalha sangrenta os esperava...
Um dos seus homens, na descida até ao submundo, avistou água e então todos correram em direção dela, mas, lá estavam eles, os demónios. O exército de Makuta estava em vantagem numerosa, mas os demónios eram como que invencíveis. Os homens estavam a ser chacinados, um a um, até que chegou a vez de Makuta. Era ali, o fim do jovem guerreiro, teve o mesmo fim que o seu pai. Com um único golpe, a cabeça de Makuta saltou e caiu no chão.
A mãe, Abalam e a irmã Suka, souberam do sucedido e choraram, choraram tanto que, os Deuses, apiedaram-se tanto daquela imagem que exterminaram os demónios e transformaram as lágrimas destas em grandes oceânos.
A água estava mais alcançável do que nunca.
Gaspar, Nº9 (8ºA)
Sem comentários:
Enviar um comentário